O COELHO E A FOQUINHA

18 09 2007

Bruno Martins 

Ignorância, acho que é essa palavra que vou usar para caracterizar a atitude de Coelho do Atlético, no clássico contra o Cruzeiro. Nervosismo a parte, tradição de clássico, nada justifica partir para violência em uma jogada de talento, o que o Kerlon faz, “nenhum outro fez em mais de 100 anos de futebol”, foi essa frase que o comentarista Alberto Helena disse no programa “Bem,amigos” da última segunda- feira. Estamos vendo jogos com jogadores violentos que batem o jogo todo, como o Pierre do Palmeiras, o Cléber Gaúcho do Goiás, entre outros que transformam o futebol em outro esporte, sem graça e chato. Eles costumam fazer mais de dez faltas por partida, e mal tomam um cartãozinho amarelo e ninguèm comenta no dia seguinte. Agora o Kerlon faz uma jogada genial, quase impossível de ser desarmada e vira motivo de polêmica, com jogadores e alguns cronistas dizendo que é uma jogada que desfaz do adversári, de humilhação, sem, comentários.. Que o Kerlon não desista dessa arte, e que arbitros também não começam a marcar faltas, com a justificativa que isso é anti- desportivo. E esperamos que a pena do Coelho seja alta, de no mínimo três meses, para que outros marcadores pensem duas vezes antes de fazer uma falta dura no Foquinha.

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