Sete lances capitais do clássico

22 02 2010

Bruno Martins – www.twitter.com/brunohmartins

O post demorou pra sair, mas antes tarde do que nunca. Mais de 40 mil torcedores estiveram no Mineirão no último sábado para o primeiro clássico do ano.E, mais uma vez, o Cruzeiro levou a melhor: 3 a 1. Pra mim, foram sete lances capitais que definiram o placar.

Lance 1: aos 11 minutos do primeiro tempo, o goleiro Fábio foi precipitado, saiu da área para tentar roubar a bola. O atacante Diego Tardelli foi mais rápido e encobriu o arqueiro. A bola ia em direção ao gol, mas o zagueirão Leonardo Silva salvou a Raposa, dando um carrinho no ar.

Lance 2: no primeiro escanteio do Cruzeiro, aos 22 minutos – o Atlético tinha batido sete -, Gilberto lançou e o zagueiro Gil deu um chute torto, a bola bateu na barriga do lateral Leandro e foi para o gol. 1 a 0 Cruzeiro.

Lance 3: o lateral Diego Renan errou o passe, o volante Côrrea tomou a bola e lançou Muriqui no ataque direto atleticano. Marquinhos Paraná foi obrigado a fazer a falta para parar a jogada. Coelho foi para a cobrança, o zagueiro Jairo Campos cabeceou, Fábio fez bela defesa e, na volta, o próprio Campos completou com o pé direito para empatar a partida: 1 a 1. Gol irregular. A bola vinha na direção de Tardelli, que estava impedido. O atacante furou o cabeceio, atrapalhando o goleiro Fábio, antes do primeiro toque de Campos. 

Lance 4: logo aos três minutos da etapa final, Tardelli virou o jogo para o Atlético, após ótima jogada de Leandro e Muriqui. O auxiliar Jair Albano Felix, erradamente, marcou impedimento e o juiz Renato Cardoso anulou o gol.

Lance 5: aos 15, Coelho cruzou e Muriqui sozinho, de frente para Fábio, escorregou.

Lance 6: o meia Roger, estreante, tinha acabado de entrar, bateu o escanteio na cabeça de Leonardo Silva, que desempatou a partida aos 37 minutos. 2 a 1.

Por fim, lance sete: o mesmo Roger, acertou um chutaço de fora da área e o goleiro Carini, sempre adiantando, sofreu o terceiro gol. 3 a 1 Raposa, placar final.  

Os lances provam que não há desculpa. O auxiliar Guilherme Dias Camilo favoreceu o Atlético, ao ratificar o gol irregular, e Jair Albano Félix foi infeliz ao anular o único gol legítimo do Galo.

Diego Tardelli, Kalil e Luxemburgo foram levianos ao acusar a arbitragem, antes de analisarem os lances friamente. Nessas horas, a palavra deveria ser do instrutor de arbitragem Wagner Tardelli.   

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